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  • Garou Mark of the Wolves não chama tanto a atenção por ter personagens pequenos (vejam bem, Ninja Masters e Rage of the Dragons, também dos arcades MVS, têm lutadores pequenos, porém a jogabilidade dos dois compensa e muito em relação ao tamanho dos chars), não tem planos de luta (como Fatal Fury), tem a jogabilidade muito parecida com a de Street Fighter 3 (com pulos pequenos e sistema Just Defend - que defende golpes sem causar dano), tem poucos personagens (dez e mais dois desbloqueáveis - Grant e Kain) e apenas um clássico - Terry Bogard. Marco Rodriguez ("Butt" na versão americana, com golpes vindos de Art of Fighting, pois é discípulo de Ryo Sakazaki e seu dojo) representa o Brasil. Como novatos destaco os dois filhos de Kim Kaphwan, o filho da união - até que enfim - de Mai com Andy (Hokutomaru), um cara que lembra muito Iori de KoF (Freeman) e o protagonista Rock Howard (filho deserdado de Geese). O golpe da barra vermelha (T.O.P) não compensa e nem é bonito de se ver. Já como ponto positivo considero que os cenários estão bem feitos, com muita movimentação e efeitos que "lembram" o 3d. As músicas também são muito boas. Por todos estes motivos considero Garou MotW um jogo intermediário
  • Dizem as más línguas que Art of Fighting 3 é a "ovelha negra da família". Porém discordo, pois foi nesta 3a versão que os gráficos deram um salto de qualidade: os movimentos dos personagens desta vez foram baseados em captura de pessoas reais; as cores e sprites gigantes do jogo continuam muito bonitos ainda para os dias de hoje. Em relação a jogabilidade, AoF3 é o melhor da franquia, já que aqui os golpes saem com maior facilidade, há combos, ataques no chão, e o inovador, mas um pouco exagerado, "Ultimate K.O." - onde quem o recebe é eliminado da luta, independente do round em que estiver jogando. Já como ponto negativo destaco a falta de personagens clássicos (somente Ryo e Robert estão presentes) e a pouca quantidade de personagens (10), onde na época os concorrentes de AoF tinham em média 16 lutadores; os chefões liberados desde o começo deixa o jogo mais desbalanceado. Pesando na balança: os gráficos, a jogabilidade, e consequentemente a diversão fazem com que este 3° Art of Fighting seja o melhor e mais fácil de se jogar de toda franquia.
  • Ele é bom, achei o ponto forte a jogabilidade, bem fluída e boa com os 4 personagens. A esquiva funcionou muito bem, a mira é mais realista que dos outros RE, os gráficos são bons, não gostei do jogo ser separado em capítulos e ter que comprar cada um deles, a história é mediana comparado aos outros, aceitável por não ser um jogo da franquia principal. Pontos Fracos: Repetição de inimigos, repetição de cenários (parecia que eu estava no mesmo lugar o tempo todo), compreensível por conta do investimento nesse game ter sido menor que os da série principal.
  • Cover of Days Gone Picture of Anderson Rech Anderson Rech to Days Gone
    on
    PS4
    1 month ago
    Gostei bastante do jogo, estou vindo do Xbox, e DG me surpreendeu pela jogabilidade e a história que é muito interessante, embora tenha alguns bugs e missões repetitivas, ainda assim é um grande título apocalíptico. Agora tenho que concordar com o análise em que alguém citou a falta de carisma dos personagens, se levarmos em conta que o jogo em si, é baseado nas lembranças e buscas incessantes de Deacon pela Sarah, o reencontro deixou muito a desejar, bem como as falas posteriores, parece que nunca haviam se conhecido. Mas em um contexto geral achei o jogo bom, pois há muito o que fazer no mundo aberto de DG.

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